segunda-feira, 19 de maio de 2014
A origem do planeta terra - documentário COMPLETO
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
domingo, 18 de maio de 2014
BBC - Da Revolução Russa à queda do Muro de Berlim
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Rasputin vs Stalin. Epic Rap Battles of History Season 2 finale.
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Como e por que ensinar a histórica Babilônia
É comum que o professor de História trabalhe os povos mesopotâmicos de maneira distante, rápida, desinteressada. Em parte, isso ocorre porque somos ocidentalizados, receptáculos históricos de gregos e romanos. O Ocidente, no qual estamos inseridos geográfica e historicamente (mesmo que por força da violenta colonização lusitana), realmente apresenta como arcabouços fundantes o "tripé": jurisdição romana, ética judaico-cristã, e filosofia grega. Mas como estudar tão desinteressadamente povos que por exemplo desenvolveram ideias sólidas na Astronomia, Matemática (os 360º de uma circunferência, a organização dos doze meses e semanas de sete dias, etc), e que antes mesmo dos romanos darem as "suas caras" já apresentavam um "Código de Leis"?
Ressalto que os romanos, ainda em meio a intromissão etrusca, datam do século VII a.C, e os mesopotâmicos já mostravam seu poder e esplendor entre os séculos XIX aC - XVIII aC quando do chamado "Primeiro Império Babilônico".
Há uma outra explicação para tal desinteresse ocidental, de ordem ético/moral.
Dentro do Cristianismo, e da Palavra de Deus, há traços e eventos ocorridos entre os mesopotâmicos como no chamado "cativeiro caldeu" por parte do povo de Israel, sendo destaque as profecias proferidas por Daniel (encontradas na forma de livro do Velho Testamento). Daniel viveu dentro do chamado "Segundo Império Babilônico", onde o poder e força babilônico foram recuperados pelo povo caldeu (localizado ao sul da Mesopotâmia, nas margens do rio Eufrates) após tempos de dominação assíria sobre a região. Foi a época do reinado de Nabucodonosor...que é muito mais que "o nome de uma nave na trilogia Matrix"!
Dentro da ética/moral cristã a "Babilônia" acaba sendo adjetivada como símbolo, ou metáfora, para identificar um povo que está distanciado de Deus, longe de seus princípios e vivendo de maneira luxuriosa, mundanizada, secularizada e humanista no sentido mais arrogante que o termo poderia carregar. No livro do Juízo da humanidade, a "Revelação" (Apocalipse) traz a vitória final da justiça de Deus sobre os pecados deste mundo, numa batalha épica (Armagedon) entre as forças de Jesus/Miguel contra Satã/Grande Babilônia.
Como educadores, como profissional da História, devemos ter o cuidado de separar aquilo que é "A Grande Babilônia", simbolismo religioso, do que realmente foi a histórica Babilônia dos amoritas, do código de Hamurábi, dos fantásticos zigurates, dos jardins suspensos de Nabucodonosor, do desenvolvimento matemático, linguístico, social, pois foram os primeiros povos a formar o que conceituamos como "civilização".
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Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Eu, o "geógrafo"
Tenho trabalhado semanalmente com turmas do ensino fundamental e médio no conteúdo de Geografia, sim...Geografia. Esta disciplina até então tratada à distância nos meus estudos, análises, pensamentos, e eis que aqui em São Paulo cá estou ensinando Geografia aos jovens e adolescentes.
Tem sido uma experiência nova, boa. Claro que a didática, o método, até então claros em minha mente quanto ao ensino de História, na Geografia passa a me exigir postura mais reflexiva - o que tem exigido que eu seja melhor professor.
Estudar e ensinar a Geografia tem me possibilitado conhecer e reconhecer melhor o nosso planeta, os fenômenos cósmicos e naturais que interferem em nossas vidas, e além, tem proporcionado um olhar mais dinâmico sobre a História e os fenômenos que seriam próprios da História.
História e Geografia, deixo claro, não são áreas co-irmãs como alguns pensam até hoje (reflexo dos tempos da Ditadura e do ensino de Ciências Sociais), porém são complementares, uma contribuindo à outra, enriquecendo toda análise/compreensão.
Ensinar Geografia exige mais materialidade: mapas, globo, textos, imagens, projeções, vídeos, porque antes de tudo este conteúdo tem algo que se não é mostrado, visto, presenciado, ele sempre será manco, problema este que a História, teórica por excelência e episteme, não tem. Um bom professor, uma boa leitura, e algum interesse, bastam para um conhecimento mediano da História (em termos escolares, o suficiente). A Geografia, para ser bem assimilada, pede mais, pede material adequado e acessível. E ai, esbarramos nas limitações e problemáticas do ensino público nacional. Uma pena.
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Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Obrigado BH!
Depois de um necessário silêncio, eis-me no estado de São Paulo depois de 26 anos vivendo em Belo Horizonte, capital dos mineiros e terra de que guardo muitas lembranças, onde casei e vi nascer a minha amada filha Catarina. Obrigado BH!
Aqui em Atibaia, uma estância hidromineral a pouco menos de 1 hora da capital paulistana, e com aproximadamente 140 mil hab., sigo a minha carreira e a minha vida familiar. Ainda sob adaptações, estou trabalhando como professor efetivo do estado de São Paulo, visto aprovação no presente concurso público de novembro passado.
Peço aos amigos(as), leitores, alunos(as), que orem por mim e família. 2014 começou como um horizonte novo, repleto de desafios. Em breve, detalhes....(como a experiência atual com a Geografia, disciplina que estou lecionando no ensino fundamental).
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Tempos de Anarquia
Desde os eventos de "junho de 2013" o Brasil não é mais o mesmo, e não é porque o "gigante acordou" ou bobagens similares, mas porque estamos assistindo ao renascer da Anarquia, seja como teoria revolucionária ou como metodologia de ação, de fato os "vândalos" e seus quebra-quebras entraram na ordem do dia.
Isso sem ainda concluir se estes grupos "black blocks" (uma tática de enfrentamento criada por grupos anarquistas europeus, os blocos negros) são genuinamente grupos anarquistas brasileiros ou se são grupos políticos ligados a interesses de outros grupos políticos (como no possível caso PSOL). De qualquer maneira a Anarquia, mesmo que difamada pela mídia e pelo status quo, voltou a ser encarada como algo mais, além, do que preconceituamente sinal de "bagunça".
Assim como o Socialismo, a teoria anarquista não é uma massa ideológica homogênea, ela possui ramificações, visões, divisões, a partir de um mesmo objetivo: a construção de um devir autogestionário, sem classes e sem Estado.
Até o florescimento do socialismo marxiano, em meados do século 19, era a Anarquia a teoria política, e a ação política que efetivamente desafiavam os liames da democracia liberal consolidada da época. E a repressão contrária mostrava-se tão intensa quanto as ações de terror que o Anarquismo empreendeu no século 19 e no começo do último século (vide por exemplo que um Presidente norte-americano, William McKinley, foi assassinado por um anarquista em 1901).
Com Marx e Engels, vitoriosos nos debates da I Internacional (especialmente contrários ao russo Bakunin), o Anarquismo começa a ir para os rodapés de página das ideologias de esquerda, e após a segunda guerra mundial já parece ser carta fora do baralho diante da bipolaridade URSS x EUA.
Por que então, supor um renascer de movimentos anárquicos?
Porque o socialismo de Estado, proles do leninismo/stalinismo, deu mostras de que nada mais foi senão uma Ditadura à esquerda, vencido historicamente pelas "vias democráticas" do Capitalismo (como o Estado de Bem-Estar Social, hoje em frangalhos na Europa, a Social-Democracia que por exemplo impera no Brasil desde o Plano Real, e até mesmo as vias do puro Liberalismo na Inglaterra e nos EUA). Assim, restam aos mais radicais, àqueles que desejam lutar por transformar o mundo ou algo correlato recuperarem o Anarquismo como ideologia, talvez como o meio "correto" em direção ao tão sonhado igualitarismo.
No caso brasileiro, a cada manifestação nas ruas, fico pensando se um anarquista clássico brigaria com a polícia exigindo "saúde, educação, transporte".....?? Creio que nada mais equivocado. O anarquista não pode lutar por isto pois entende que o Estado, por sua natureza mesma, não vai proporcionar nada de digno ao bem estar geral. Com o Estado não há negociata, pois ele é "O Inimigo". Para o anarquista o Estado não tem que cuidar de nada, pois ele sequer deveria existir, sendo substituido por uma nova organização social amparada na autogestão dos povos, em pequenas comunidades (seria um desejo de voltar a andar sobre quatro patas, como diria Voltaire?).
Assim, atentos, vamos assistindo a "tempos interessantes" (parafraseando Hobsbawm)...
Isso sem ainda concluir se estes grupos "black blocks" (uma tática de enfrentamento criada por grupos anarquistas europeus, os blocos negros) são genuinamente grupos anarquistas brasileiros ou se são grupos políticos ligados a interesses de outros grupos políticos (como no possível caso PSOL). De qualquer maneira a Anarquia, mesmo que difamada pela mídia e pelo status quo, voltou a ser encarada como algo mais, além, do que preconceituamente sinal de "bagunça".
Assim como o Socialismo, a teoria anarquista não é uma massa ideológica homogênea, ela possui ramificações, visões, divisões, a partir de um mesmo objetivo: a construção de um devir autogestionário, sem classes e sem Estado.
Até o florescimento do socialismo marxiano, em meados do século 19, era a Anarquia a teoria política, e a ação política que efetivamente desafiavam os liames da democracia liberal consolidada da época. E a repressão contrária mostrava-se tão intensa quanto as ações de terror que o Anarquismo empreendeu no século 19 e no começo do último século (vide por exemplo que um Presidente norte-americano, William McKinley, foi assassinado por um anarquista em 1901).
Com Marx e Engels, vitoriosos nos debates da I Internacional (especialmente contrários ao russo Bakunin), o Anarquismo começa a ir para os rodapés de página das ideologias de esquerda, e após a segunda guerra mundial já parece ser carta fora do baralho diante da bipolaridade URSS x EUA.
Por que então, supor um renascer de movimentos anárquicos?
Porque o socialismo de Estado, proles do leninismo/stalinismo, deu mostras de que nada mais foi senão uma Ditadura à esquerda, vencido historicamente pelas "vias democráticas" do Capitalismo (como o Estado de Bem-Estar Social, hoje em frangalhos na Europa, a Social-Democracia que por exemplo impera no Brasil desde o Plano Real, e até mesmo as vias do puro Liberalismo na Inglaterra e nos EUA). Assim, restam aos mais radicais, àqueles que desejam lutar por transformar o mundo ou algo correlato recuperarem o Anarquismo como ideologia, talvez como o meio "correto" em direção ao tão sonhado igualitarismo.
No caso brasileiro, a cada manifestação nas ruas, fico pensando se um anarquista clássico brigaria com a polícia exigindo "saúde, educação, transporte".....?? Creio que nada mais equivocado. O anarquista não pode lutar por isto pois entende que o Estado, por sua natureza mesma, não vai proporcionar nada de digno ao bem estar geral. Com o Estado não há negociata, pois ele é "O Inimigo". Para o anarquista o Estado não tem que cuidar de nada, pois ele sequer deveria existir, sendo substituido por uma nova organização social amparada na autogestão dos povos, em pequenas comunidades (seria um desejo de voltar a andar sobre quatro patas, como diria Voltaire?).
Assim, atentos, vamos assistindo a "tempos interessantes" (parafraseando Hobsbawm)...
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Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Reflexões sobre "o pão"
Nos livros do Evangelho há um momento clímax, limítrofe, onde Jesus, filho do homem, encontra-se faminto e no meio do deserto (em tese, no mais completo desespero) e pior, vê-se tentado, pessoalmente, pelo próprio diabo.
O anjo do mal busca desviar Jesus de sua missão salvífica com três argumentos ardilosos, e que exemplificam muitos dos nossos erros, problemas: sobrevivência, poder e arrogância. Em momentos onde a nossa vida é posta em xeque, nosso conforto e prazer são ameaçados, o demônio rapidamente vem oferecer o "ganho" fácil, dócil. Vejamos o que escreve Lucas
Cristo oferece ao demônio uma resposta profunda e fulminante, e escreve Lucas
O discípulo Mateus reforça escrevendo
Notas:
Bíblia Sagrada - Almeida revista e atualizada.
Livros de:
Isaías 65: 17.
Mateus 4: 4.
Lucas 4: 3-4.
O anjo do mal busca desviar Jesus de sua missão salvífica com três argumentos ardilosos, e que exemplificam muitos dos nossos erros, problemas: sobrevivência, poder e arrogância. Em momentos onde a nossa vida é posta em xeque, nosso conforto e prazer são ameaçados, o demônio rapidamente vem oferecer o "ganho" fácil, dócil. Vejamos o que escreve Lucas
"Disse-lhe, então, o diabo: Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão."O diabo oferece o meio fácil, ou como aponta a concepção bíblica "o caminho largo". A ideia é que Jesus tinha o poder de se livrar daquele fardo, de se aliviar, dai o demônio provocando-o a pensar de forma individualista. E amigos, é no individualismo que mora uma das maiores forças do inimigo de Deus. Assim, a mentira é o método diabólico por excelência, mas o individualismo, essa é a rede de pesca antitética. Cristo pesca homens para a sua salvação, e Lúcifer pesca homens para a sua perdição. E o tecido da rede da perdição é formado pelo nosso individualismo.
Cristo oferece ao demônio uma resposta profunda e fulminante, e escreve Lucas
"Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem."Confesso que quando li essa passagem me sobreveio a mente um caminhão de ideias, teorizações, em especial marxistas que advogam o contrário do que convém a Deus e seus ensinos. Segundo Karl Marx e um sem fim de pensadores modernos é somente de pão que vive o homem. Como que sem o pão, estaríamos condenados, e que a vida humana e a história poderiam ser entendidas-simplificada pela disputa do pão. Quando Cristo aponta exatamente o contrário!
O discípulo Mateus reforça escrevendo
"Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus."O pão é importante, claro. Mas não é o fundamento do ser humano. Na concepção de Deus não há uma infraestrutura que condiciona o agir do homem. O homo economicus é apenas um aspecto do andar humano numa terra marcada por descaminhos e pecados, profeticamente condenada a ser destruída e purificada por novos céus e terra, vide por exemplo o que escrevera Isaías
"Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas."Então, o que resta ao ser humano? Confiar e dar atenção as palavras que procedem da boca de Deus, este sim é o verdadeiro fundamento do homem porque fazendo isto garantimos a conquista da maior promessa de Deus e reafirmada na vida-morte de Jesus: a vida eterna. Ao diabo interessa que nos apequenemos em preocupações com ter ou não o pão, conquistá-lo ou não, pescando-nos em nossa natureza caída e individualista. O exemplo de Cristo é que em primeiro lugar, sempre, devemos pensar em conquistar a vida eterna, e certamente ao fazer isso o pão, que faz parte da nossa caminhada, nunca nos faltará.
Notas:
Bíblia Sagrada - Almeida revista e atualizada.
Livros de:
Isaías 65: 17.
Mateus 4: 4.
Lucas 4: 3-4.
Marcadores:
Bíblia,
Cristianismo,
Evangelhos,
Isaías,
Jesus Cristo,
Lucas,
Mateus,
Religião,
Tentações
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
O rolezinho como culto
Não, eu não vou demonizar os jovens que se organizam no dito "rolezinho", muito menos torná-los anjinhos barrocos desfilando em centros de compras - me nego a politizar o que está ocorrendo.
O Brasil que vivemos mais parece os anos 60, como vocifera o músico João Luis "Lobão", e tudo agora é visto na base do "8 - 80", "direita - esquerda", simplificando os fenômenos sociais através de uma leitura neurótica da luta de classes e de conceitos marxianos, em especial. Me perdoe, mas não vivemos a Guerra Fria.
O que é o "rolezinho" então?
Um fenômeno de mídia, que foi completamente absorvido por parcelas até então excluídas do tecido social. A meninada da periferia compreendeu que pode utilizar-se das redes sociais como ferramenta de organização, não política ou engajada nisso ou aquilo, mas como ferramenta de mobilização para o culto semanal ao "seu grande deus": o consumo.
Trabalho com adolescentes, jovens, grande parte próximos de comunidades carentes e excluídas, e sei o fetiche que está amalgamado em suas mentes, tomadas pelo "ter", pelo aparente. O jovem quer aparecer, quer ser percebido. Quando o garoto, de visual grotesco até, liga o funk dentro do ônibus pra todo mundo ouvir é algo mais complexo do que "falta de educação", é dizer, melancolicamente "ei vocês, aqui, sou eu, eu existo, olhem pra mim...."...ou seja, há carência fundamentada na sua atitude de desafiar o bom gosto, o bom senso.
Hoje grande parte dos jovens de nosso país, independente de classe social, é essencialmente consumista. Grande parcela dos endividamentos pessoais em nossa economia advém de pessoas mais jovens, em especial as meninas. Gasta-se todo o salário mínimo mensal (comum entre aqueles que estão começando no mercado de trabalho) em tênis, bonés, roupas, joias, relógios, celulares, eletrônicos, etc. Seus ídolos, arraigados na sociedade do espetáculo, são muitas vezes jovens negros que hoje desfilam todo este ideário de felicidade-Capital (Neymar, Ronaldinho Gaúcho, rappers e funkeiros, pagodeiros, etc).
Assim, utilizando-se das redes sociais e das facilidades da virtualidade, eles se mobilizam, semanalmente, para cultuarem, juntos, o deus-dinheiro. E qual o melhor lugar, o verdadeiro templo, do deus-dinheiro: shopping centers. Então, 200, 300, 2.000 meninos e meninas, andam por entre brilhantes corredores, vislumbram e adoram todos os objetos de seus desejos, e excitados pelo momento, pela idade, abrem espaço para possíveis e mais viáveis conquistas (dai o ficar, paqueras, etc). Acredito que tudo isto poderia, e deveria ser melhor digerido pela sociedade brasileira, o problema é o que estamos vivendo: politização extremada entre setores da sociedade, que buscam a seu modo conquistar a classe média (a eterna insatisfeita, com medo da pobreza e com inveja dos ricos).
O Brasil que vivemos mais parece os anos 60, como vocifera o músico João Luis "Lobão", e tudo agora é visto na base do "8 - 80", "direita - esquerda", simplificando os fenômenos sociais através de uma leitura neurótica da luta de classes e de conceitos marxianos, em especial. Me perdoe, mas não vivemos a Guerra Fria.
O que é o "rolezinho" então?
Um fenômeno de mídia, que foi completamente absorvido por parcelas até então excluídas do tecido social. A meninada da periferia compreendeu que pode utilizar-se das redes sociais como ferramenta de organização, não política ou engajada nisso ou aquilo, mas como ferramenta de mobilização para o culto semanal ao "seu grande deus": o consumo.
Trabalho com adolescentes, jovens, grande parte próximos de comunidades carentes e excluídas, e sei o fetiche que está amalgamado em suas mentes, tomadas pelo "ter", pelo aparente. O jovem quer aparecer, quer ser percebido. Quando o garoto, de visual grotesco até, liga o funk dentro do ônibus pra todo mundo ouvir é algo mais complexo do que "falta de educação", é dizer, melancolicamente "ei vocês, aqui, sou eu, eu existo, olhem pra mim...."...ou seja, há carência fundamentada na sua atitude de desafiar o bom gosto, o bom senso.
Hoje grande parte dos jovens de nosso país, independente de classe social, é essencialmente consumista. Grande parcela dos endividamentos pessoais em nossa economia advém de pessoas mais jovens, em especial as meninas. Gasta-se todo o salário mínimo mensal (comum entre aqueles que estão começando no mercado de trabalho) em tênis, bonés, roupas, joias, relógios, celulares, eletrônicos, etc. Seus ídolos, arraigados na sociedade do espetáculo, são muitas vezes jovens negros que hoje desfilam todo este ideário de felicidade-Capital (Neymar, Ronaldinho Gaúcho, rappers e funkeiros, pagodeiros, etc).
Assim, utilizando-se das redes sociais e das facilidades da virtualidade, eles se mobilizam, semanalmente, para cultuarem, juntos, o deus-dinheiro. E qual o melhor lugar, o verdadeiro templo, do deus-dinheiro: shopping centers. Então, 200, 300, 2.000 meninos e meninas, andam por entre brilhantes corredores, vislumbram e adoram todos os objetos de seus desejos, e excitados pelo momento, pela idade, abrem espaço para possíveis e mais viáveis conquistas (dai o ficar, paqueras, etc). Acredito que tudo isto poderia, e deveria ser melhor digerido pela sociedade brasileira, o problema é o que estamos vivendo: politização extremada entre setores da sociedade, que buscam a seu modo conquistar a classe média (a eterna insatisfeita, com medo da pobreza e com inveja dos ricos).
Marcadores:
Adolescência,
Comportamento,
Crítica,
Internet,
Juventude,
Política,
Redes Sociais,
Rolezinho
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Está chegando a "festa da carne" patrocinada pelo Capital e por Satã
Eu não gosto do Carnaval. Respeito aos que pensam contrário e buscam satisfação nesta festividade (muitos dos meus melhores amigos sempre curtiram o evento, e eu mesmo quando mais jovem tive a oportunidade de participar de alguns), mas eu não gosto.
O Carnaval é a dita "festa da carne", sintonizando cristianismo e paganismo desde a época medieval, e representaria um grande "desbunde", marcado por inversões e excessos, após uma série de momentos de introspecção religiosa de natureza católica (Natal, Quaresma, por exemplos). Ou seja, depois de uns tempos em meditação, reflexão, renúncias, eis que chega o momento de desforra, dando vasão a muitas coisas que nosso superego tende a algemar no inconsciente! E ai, bom, o homem veste de mulher e rebola na rua, sacaram...o lixeiro que é humilhado semanalmente veste a luxuosa roupa, brilhante, de príncipe árabe, rei disso ou daquilo....a cantineira da escola vira "rainha da bateria", e vamos invertendo a realidade pelo menos por um momento!
A minha formação cultural, política, filosófica e agora religiosa insistem em me manter com os dois pés no chão, em suma eu não tolero sair da realidade a este ponto que o Carnaval propõe. Me recuso a fechar os olhos para as dores do mundo, e fingir que vamos muito bem...
Outros fatores também me afastam do Carnaval, em especial o modelo de festividade que se vende a algumas décadas: menos popular, mais show bizz! O Carnaval sai das ruas, e se estrutura em torno de uma indústria do entretenimento (escolas de samba, grupos musicais, clubes, boates, desfiles, micaretas, etc)
Hoje o Carnaval é um apêndice da indústria do álcool, da música, do sexo. Nada mais carnavalesco que um jovem travestido com uma camiseta "vip", embriagado, em busca de momentos de prazer líquido, instantâneo (como tão bem exemplifica os textos do sociólogo polonês Zigmunt Bauman), com qualquer mulher que cruzar o seu olhar. Oh...quanto vazio existencial se esconde em cada sorriso.
Nas televisões, no Sambódromo, mulheres desfilam seus corpos, trabalhados pela ciência que produz ilusões, vendendo-se como séculos atrás ocorriam nas feiras de escravos. Quem dá mais? Que seios, coxas, pernas, bundas, quanto custam? E a indústria do entretenimento, mais pueril e rasteiro, gargalha de mãos dadas com Satanás (em termos espirituais ainda há dúvidas da origem de tudo isso?).
Sinceramente, durante mais um Carnaval, e no Brasil, eu tenho muitas outras coisas com que me preocupar e ocupar minha mente e atenções. Porém, nunca é demais propor as pessoas, de mente aberta e dispostas a se libertar, que repensem e reflitam sobre os sentidos, intrínsecos e extrínsecos relativos a festa da carne.
O Carnaval é a dita "festa da carne", sintonizando cristianismo e paganismo desde a época medieval, e representaria um grande "desbunde", marcado por inversões e excessos, após uma série de momentos de introspecção religiosa de natureza católica (Natal, Quaresma, por exemplos). Ou seja, depois de uns tempos em meditação, reflexão, renúncias, eis que chega o momento de desforra, dando vasão a muitas coisas que nosso superego tende a algemar no inconsciente! E ai, bom, o homem veste de mulher e rebola na rua, sacaram...o lixeiro que é humilhado semanalmente veste a luxuosa roupa, brilhante, de príncipe árabe, rei disso ou daquilo....a cantineira da escola vira "rainha da bateria", e vamos invertendo a realidade pelo menos por um momento!
A minha formação cultural, política, filosófica e agora religiosa insistem em me manter com os dois pés no chão, em suma eu não tolero sair da realidade a este ponto que o Carnaval propõe. Me recuso a fechar os olhos para as dores do mundo, e fingir que vamos muito bem...
Outros fatores também me afastam do Carnaval, em especial o modelo de festividade que se vende a algumas décadas: menos popular, mais show bizz! O Carnaval sai das ruas, e se estrutura em torno de uma indústria do entretenimento (escolas de samba, grupos musicais, clubes, boates, desfiles, micaretas, etc)
Hoje o Carnaval é um apêndice da indústria do álcool, da música, do sexo. Nada mais carnavalesco que um jovem travestido com uma camiseta "vip", embriagado, em busca de momentos de prazer líquido, instantâneo (como tão bem exemplifica os textos do sociólogo polonês Zigmunt Bauman), com qualquer mulher que cruzar o seu olhar. Oh...quanto vazio existencial se esconde em cada sorriso.
Nas televisões, no Sambódromo, mulheres desfilam seus corpos, trabalhados pela ciência que produz ilusões, vendendo-se como séculos atrás ocorriam nas feiras de escravos. Quem dá mais? Que seios, coxas, pernas, bundas, quanto custam? E a indústria do entretenimento, mais pueril e rasteiro, gargalha de mãos dadas com Satanás (em termos espirituais ainda há dúvidas da origem de tudo isso?).
Sinceramente, durante mais um Carnaval, e no Brasil, eu tenho muitas outras coisas com que me preocupar e ocupar minha mente e atenções. Porém, nunca é demais propor as pessoas, de mente aberta e dispostas a se libertar, que repensem e reflitam sobre os sentidos, intrínsecos e extrínsecos relativos a festa da carne.
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Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
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