terça-feira, 29 de novembro de 2011
1º Guerra Mundial - parte I
Marcadores:
1º Guerra Mundial,
Guerra,
Imperialismo,
Vídeo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Educação Mineira Paralisada....ainda!
É preocupante a situação, o impasse, que envolve a educação em Minas Gerais. Nem mesmo os 112 dias de greve da categoria foram suficientes para promover uma mudança de postura do governo mineiro quanto a realidade mais do que conhecida: o estado não paga, definitivamente, o piso salarial nacional - lei federal descumprida a três anos e que joga, sim, o governo mineiro numa situação de ilegalidade.
Ontem o jornal Folha de São Paulo escancarou esta mesma triste realidade em que vivemos nós educadores mineiros: além de descumprir a lei do piso o mesmo governo mineiro não respeita e não organizou a carga semanal de trabalho destinada aos serviços extra-classe dos educadores (como elaborar aulas, planejamentos, correções, reuniões, etc e que deveria compor 1/3 das 40 horas semanais de todo educador). Em termos de salários Minas Gerais, um dos estados que mais arrecada no país e que ano após ano gasta rios de dinheiro com propaganda midiática, chega a pagar menos que o pequeno estado de Rondônia! Uma infâmia!
Dentro dos muros escolares o ambiente é tenso. Colegas faltam ao trabalho por não dispor de condições para ir ao trabalho, pois tiveram cortes seguidos em seus pagamentos (há casos de companheiros sem receber a dois, três meses); outros vão ao trabalho e pedem a colegas auxílio financeiro, outros caminham quilômetros diariamente para ir ao trabalho. Além disso as reposições das aulas perdidas são apenas falácia, porque sem o reestabelecimento imediato dos pagamentos dos que aderiram a greve os mesmos sentem-se desmotivados e impossibilitados de repor a carga horária, acirrando as relações com alunos, em especial os do terceiro ano do ensino médio e que estão próximos de concluir esta etapa final da educação básica.
O governo mineiro não consegue, não se mostra capaz de dialogar com categoria sequer (seja de professores, policiais, médicos, etc). Prevalece a frieza de um governador e seu secretariado que primam pela tecnocracia, estabelecendo uma relação de distanciamento com as necessidades mais elementares da população (saúde, segurança e educação). Em Minas Gerais parece que só há preocupação com obras e investimentos para a Copa do Mundo da Fifa a ser realizada em 2014, e Belo Horizonte é exemplo de cidade que transformou-se num gigantesco canteiro de obras. Além disso, nada mais. Política social? Inexistente.
O ex-governador mineiro, hoje senador pelo PSDB, Aécio Neves, é o pai da criança que hoje governa Minas Gerais de maneira torpe, apolítica. Aecismo que é uma herança maldita para os mineiros (desde 2002), e que se chegar ao controle da nação ai sim o Brasil será tomado de assalto por tecnocratas e chegaremos ao ponto de sentir saudades até dos tempos de FHC, que pelo menos era político e ainda possuia algum sentido de política social.
Só nos resta pedir pela intercessão do governo federal, na forma de pressão da presidente Dilma Rousseff e do futuro ministro da educação (visto que Haddad já é candidato a prefeitura da capital paulista), e aguardar para 2012 períodos cada vez mais longos de greves e paralisações no funcionalismo mineiro.
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Big Bang: a explosão que atormenta e fascina!
Motivado depois de assistir ao primeiro episódio da série "Curiosidade" do canal pago Discovery Channel, entitulado "Deus criou o Universo?", com a participação do gênio da física Stephen Hawking - autor do clássico "O Universo numa casca de noz", quero aqui, na minha ignorância de cientista das humanidades, falar um pouco do evento primordial e magnífico chamado Big Bang!
O Big Bang, ou a grande explosão cósmica que criou o Universo a bilhões de anos atrás é um conceito astrofísico desenvolvido a poucas décadas e que causa furor, acalorados debates, entre a comunidade científica ou em especial dividindo religiosos e céticos/ religião e ciência.
Para aqueles que são criacionistas, portanto religiosos, o Big Bang pode ser entendido como o momento da criação Divina, como o ato inicial de Deus originando o Universo; contudo a ciência, em especial a astrofísica, diz o que muitos não conseguem conceber: o Universo e tudo em si foi criado a partir do nada!
De forma limitada posso dizer que em termos quânticos, ou seja, a níveis sub-sub-sub atômicos, o dito nada é capaz de produzir algo....
Para a compreensão desse "nada" Stephen Hawking é importantíssimo pois será o seu trabalho, reconhecido pela comunidade científica, sobre os buracos negros que irá por fim equacionar a milenar dúvida de como surgiu o Universo: o Universo é constituido de energia e espaço/onde se concentra toda energia negativa produzida pela explosão (desde Einstein sabemos que matéria e energia são basicamente a mesma coisa, vide E= m.c2) e ambas, juntamente com o tempo, são consequências da explosão primordial - antes do Big Bang não há tempo, e os buracos negros mostram isso (dentro de um buraco negro o tempo simplesmente desaparece, pára!).
De certa maneira uma espécie de buraco negro infinitamente pequeno e denso explodiu, e este buraco negro não pode ser criado, ele é o dito "nada", porque para se criar algo, para que ocorra causa e consequência é preciso inserir a condição tempo! E assim, nossa vida adquire um significado único: fazemos parte de um fenômeno cósmico, e o que chamamos e entendemos por vida nada mais é que a única oportunidade de nos maravilharmos com o Universo e seu processo de desenvolvimento!
Por fim parafraseando o próprio Hawking "Não quero desrespeitar a fé de ninguém, eu só acredito que a ciência me traz respostas mais simples e mais exatas"....
Marcadores:
Big Bang,
Ciência,
Criacionismo,
Física,
Origem da Vida,
Stephen Hawking,
Universo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
domingo, 23 de outubro de 2011
História da China I
Marcadores:
História da China,
Imperialismo,
Maoísmo,
Revolução Chinesa,
Socialismo,
Vídeo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
sábado, 22 de outubro de 2011
Ilusão líbia
Mataram o general Kadafi....festa nas ruas da Líbia, vitória dos rebeldes (porque de revolucionários estão muito distantes do termo). Vale lembrar que o general líbio, no poder a 42 anos, só foi pego e em seguida executado (não me venham com bla bla bla dizendo o contrário) porque caças franceses e ianques abateram o comboio que protegia Kadafi em seu reduto tribal (Sirte).
Fica claro que a Otan, os organismos internacionais que são meros serviçais dos interesses do grande Capital, foram os responsáveis pela deposição do ditador líbio, já que as forças rebeldes, líbias, sozinhas, seriam incapazes de retirar o excêntrico governante do poder.
Pululam as conversas pra "boi dormir" de uma nascente e revolucionária Líbia, uma nova Líbia "democrática", putz, nunca se matou e se desrespeitou tanto a soberania de povos e governos em nome da implantação da dita democracia liberal, sob patrocínio do mundo ocidental e liderança obvia do Tio Sam.
Pergunto: qual a base econômica da Líbia? Desde o final dos anos 50 o país é dependente da produção petrolífera, que impulsionou a economia do país e o transformou numa exceção de prosperidade econômica, com sólida classe média consumidora, em meio a um continente africano contaminado por miséria. Pois é, de novo essa conversa sobre o óleo negro....
Como bom historiador e observador dos fatos o momento é esperar, deixar os fatos e eventos se desenrolar, para tirarmos conclusões mais acertadas quanto a dita e proclamada "Primavera Árabe". Só pra dar um gostinho basta observarmos a quantas andam as coisas em terras egípcias, libertas do ditador Mubarak que ali governava a 30 anos - diria que estão longe, muito longe, de qualquer democracia real, e hoje o país é governado pelo exército que tem como promessa fazer a ponte política rumo a democracia (uai, eu já vi esse filme por aqui em 1964, exército propondo restaurar democracia, hum, e aguentamos os milicos por 21 anos).
Finalizando eu apostaria que a democracia real, a tranquilidade, ainda será uma realidade distante dos povos do Oriente Médio, da África, e em especial qualquer país produtor de petróleo (e nós aqui brigando pelos royalties do pré-sal....); pobre povo da Líbia, não sabem o que fazem...(parafraseando um judeu crucificado a dois mil anos atrás).
Marcadores:
Crítica,
Kadafi,
Líbia,
Oriente Médio
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Batman encontra Superman!
O vídeo abaixo é uma produção cômica reunindo dois dos mais cultuados heróis das HQs: Batman e Superman; a ideia do vídeo é mostrar o homem-morcego sendo constantemente humilhado pelo homem-de-aço (retratado como um verdadeiro débil mental, apesar de tamanho poder e força sobrehumana) em sua própria cidade, Gotham, que parece ter no Superman como seu mais novo defensor (alterando até o batsinal) - vide a facilidade com que ele manda Coringa (Joker) e Duas-Caras (Two-Faces) pro espaço, literalmente.
Vídeo criativo, engraçado, vale a pena conferir.
Marcadores:
Comédia,
Humor,
Super-Heróis,
Vídeo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Arquivos Secretos de Sir Isaac Newton
Os vídeos abaixo, produzidos pelo canal fechado NatGeo, pertencem a série "Mistery Files" ou Arquivos Secretos e com o episódio tratando de um dos maiores gênios científicos de nossa história Sir Isaac Newton - idealizador de maravilhas como o Cálculo Diferencial e o Cálculo Integral, a Gravitação Universal, decomposição da Luz (acabando com a antiga ideia da existência de um meio físico misterioso a que chamavam de éter), a criação do Telescópio refletor (menor, mais nítido), e por fim o lado "obscuro" do cientista que em meio a Revolução Científica do século XVII ainda praticava experimentos alquímicos ou mesmo buscava uma compreensão exotérica de textos bíblicos.
Marcadores:
Física,
História da Ciência,
Isaac Newton,
Matemática,
Revolução Científica,
Vídeo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Marcadores:
Capitalismo,
Industrialização,
Revolução Industrial,
Vídeo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Eduardo Costa apresenta duras realidades em coluna do Hoje em Dia
Publicado ontem no jornal mineiro Hoje em Dia o texto do radialista Eduardo Costa, em sua coluna "Chamada Geral" (que dá nome também a programa de rádio aqui na capital mineira), que diz muito sobre o que é a vida e suas agruras do dia-dia, em especial numa sociedade desigual, injusta, desumana como a que vivemos em nosso país.
Selecionei trechos (o texto chama O Silêncio Sofrido dos Invisíveis), significativos, da coluna do Eduardo (que tive o prazer de conhecer pessoalmente no início dos anos 2000 no Condomínio Fazenda Solar, em Igarapé, a pouco mais de 60 km de Belo Horizonte) que diz assim:
"Como é que vamos saber do drama de um motorista de ônibus como Antônio Serpa Bonfim, de 38 anos, três filhos, que no dia 11 de setembro estacionou o ônibus, pediu desculpas aos passageiros e correu para o hospital? Ele estava a ponto de estourar. Dias antes, uma criança desequilibrou-se e caiu debaixo do coletivo que conduzia. Tão logo desceu do veículo, e ainda sob o impacto do susto e do alívio por não ter passado por cima do pequeno corpo, teve de ser retirado do local rapidamente porque queriam linchá-lo. Chegou à garagem ainda atordoado, até porque toma três medicamentos para se manter de pé, e ouviu do encarregado: Vá fazer mais quatro viagens! Há ainda a história do cobrador Getúlio do Nascimento Balbino, de 31 anos, que não consegue tratamento para a filha, ouviu de um médico que o filho nasceria sem um dos dedos e teve descontado, no contracheque, todas as passagens que o sistema eletrônico - segundo ele estragado - não registrou em uma viagem. (...)
... aos 18 anos, cursando o terceiro ano do Ensino Médio, com curso de informática, uma moça não consegue o primeiro emprego de jeito nenhum. Um especialista em RH arrisca um palpite: Além de não ser do tipo gostosona, que chama a atenção, ela mora em Ribeirão das Neves, o que não ajuda porque o patrão pensa logo no vale-transporte mais caro e em possíveis atrasos no início do trabalho por conta do transporte coletivo (...)"
Pois é. Esta é dura realidade de milhares de brasileiros e brasileiras, lutando sob condições desfavorabilíssimas pela sobrevivência. Enquanto isso, políticos vendem o país a Fifa para a realização de uma Copa do Mundo de Futebol, ou mesmo desviam milhões de reais dos recursos públicos para fins ilícitos e imorais.
Um país que tortura, literalmente, o seu povo.
Cadê os direitos humanos?
Marcadores:
Coluna,
Crítica,
Crônica,
Hoje em Dia,
Jornalismo
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Os ventos agora sopram em novas direções...
Em uma das "bíblias" dos livros de negócios/auto-ajuda "Quem mexeu no meu queijo" de Spencer Johnsons somos colocados diante de um dos maiores desafios da vida humana: estar preparado para mudanças.
Toda mudança, todo processo de ruptura com ordens antigas e sob o estabelecimento de novas ordens, carrega em si algo de doloroso, digno de medo. Por isso muitos de nós quando envelhecidos nos tornamos ranzinzas, temerosos com os novos tempos, e paralisados diante de um saudosismo dos tempos de outrora onde tudo era bom ou mais digno.
Sinceramente este medo é compreensível, a dificuldade inerente a toda mudança é compreensível, contudo devemos nos manter cônscios de que mudar, ou sofrer mudanças ao longo da vida (seja em qual setor da vida ocorrer) é nada mais que a dinâmica natural da existência.
Uma vida imutável, paralisada, não é vida - é tanathos (uma pulsão de morte como dizia Freud). E assim, de maneira quase estóica, devemos nos manter atentos e corajosos diante dos novos fatos e desafios da vida, abraçando-os como aquilo que eles realmente o são - forças dinâmicas!
Digo isto porque estou, vagarosamente e de certo modo calculadamente, aberto a uma grande e positiva mudança em minha vida, que já está em curso a poucos meses....em breve os mais íntimos saberão...porém fica a dica: encaremos toda mudança com serenidade!
Marcadores:
Crônica
Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
Assinar:
Postagens (Atom)

