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quarta-feira, 20 de julho de 2011
REVOLUÇÃO RUSSA PARTE 6
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Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Trotski antevia o "petismo"
Estava lendo um pequeno livrinho "O que é Trotskismo" do jornalista José Roberto Campos e me deparei com uma verdade apontada por Leon Trotski em meio ao seu texto "A agonia mortal do Capitalismo e as tarefas da 4º Internacional", também conhecido no meio acadêmico como Programa de Transição, que falava assim sobre a Social-Democracia:
"...a social-democracia havia se atolado no caminho das reformas e sua cúpula, apoiada numa aristocracia operária com alto nível de vida, abandonou seu compromisso para com as mudanças revolucionárias, encontrando sua forma de existência na barganha de gabinete, nos floreios do discurso parlamentar, na retórica socializante sem compromissos práticos."
TROTSKI, León. In: O que é Trotskismo. ed. Brasiliense, p. 40.
Em seguida me veio a mente, como que numa clarividência: as palavras de Trotski, encontradas em seu texto fundante da 4º Internacional no ano de 1938 (realizada em Paris, e Trotski já exilado da Rússia stalinista e burocrática a quase 10 anos) caem como uma luva para o fenômeno do petismo brasileiro.
O PT, surgido em meio as turbulências dos anos 70 e da luta operária (no ABCD paulista, tendo Lula como ícone), ao chegar ao poder nos idos de 2002 com o mesmo Lula mostrou-se como uma entidade política tipicamente social-democrata (como os próprios tucanos do PSDB, e se engana quem acha que os dois partidos, polarizadores políticos dos dias atuais, possuem diferenças orgânicas-ideológicas).
Hoje com Dilma no poder ainda vislumbramos as fraquezas da social-democracia: a política de barganhas partindo de gabinetes políticos (vide o cabide político que são as relações político-partidárias em nosso país, verdadeiro toma-lá-dá-cá) como no emparelhamento do Ministério dos Transportes pelo PR do deputado Waldemar Costa Neto; a retórica como arma "gasosa", sem relação direta ou mesmo compromisso real com mudanças concretas na vida das pessoas, e isso fica claro com programas limitadíssimos e recheados de marketing político como o defendido PAC, Minha Casa & Minha Vida, Bolsa Família, etc...
A social-democracia hoje reinante em nosso país nos exemplos petista (no poder a quase 10 anos) e tucano são a demonstração clara de que não representam propostas e ações reais de transformação da vida dos brasileiros, sendo duas faces de uma mesma moeda burocrática, hipócrita, demagógica e reprodutora de uma ordem distante de qualquer e real justiça social. Isso León Trotski já preconizava a pouco mais de 70 anos...
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Historiador e educador brasileiro. Nascido em São Paulo (12/08/1978), radicado em Belo Horizonte (onde viveu por 26 anos) e atualmente vivendo na cidade paulista de Atibaia (60km da capital São Paulo). Graduou-se (como bacharel e licenciado) como Historiador no ano de 2006 no UNIBH/ou FAFI-BH (recebendo prêmio em março de 2007 como destaque acadêmico do curso de História de sua universidade).
Atuou em projetos de pesquisa, na prefeitura (Centro de Referência Áudio-Visual)de Belo Horizonte sob coordenação da historiadora dra. Heloisa Greco/UFMG; além disso é um dos organizadores do acervo Carmela Pezzuti.
Como educador atuou na rede pública de ensino mineira desde 2004, quando ainda era universitário. Tivera experiências na escola da comunidade judaica de BH, e por mais de um ano fora professor-monitor do curso de História do UNIBH nas disciplinas História Medieval e Brasil República I. Desde 2014 é professor efetivo do Estado de São Paulo, e desde janeiro de 2015 tornou-se professor da educação básica do Colégio Atibaia, parceiro do Sistema Etapa de Ensino.
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