terça-feira, 15 de março de 2011

Ozzy Osbourne "Diggin'me down"

Na noite do dia 09/04 aqui em BH se realizará o show de Ozzy Osbourne "Scream" (nome do seu último álbum, lançado ano passado e agora em turnê mundo afora); claro que meu ingresso (pista) está mais que adquirido, e espero os amigos e amigas todos lá no Mineirinho pra uns papos, cerveja e muito rock'roll...

Pra esquentar a expectativa pelo show, deixo aqui uma música bacana do último álbum,  com vídeo, letra e tradução, trata-se de "Diggin'me Down" (Escavando-me pra baixo). Até dia 09/04....



Diggin' Me Down (Escavando-me Para Baixo)

You're saving the saved,
Men and women enslaved,
Propagating the messiah conception
Você está salvando os salvos,
Homens e mulheres escravizados,
Propagando a concepção de messias

The rich getting richer,
Paint you into the picture,
Give the poor immaculate deception
Os ricos ficando mais ricos,
Pintam você na imagem,
Dê a pobre decepção imaculada

Where are you Father?
Why don't you save us?
The fallen are dying alone
Onde está você, Pai?
Por que você não pode nos salvar?
A queda está morrendo sozinha

How can you shut off their cries?
Ignore a new genocide?
Como você pode desligar seus gritos?
Ignorar um novo genocídio?

So come on, Jesus,
We're all here waiting just for you
Então vamos lá, Jesus,
Estamos todos aqui esperando apenas por você

How long must we keep on waiting?
The faithful and blind are keepin' me, keepin' me down
Quanto tempo teremos de continuar esperando?
Os fiéis e cegos estão me mantendo, me mantendo para baixo

How long? 'Cause my faith is breaking,
The pure and divine are diggin' me, diggin' me down
Quanto tempo? Porque minha fé está quebrando,
A pura e divina estão escavando-me, escavando-me para baixo

Do you live in the light
Or in the dead of the night?
Sanctimonious promises broken
Você vive na luz
Ou na calada da noite?
Beatos fingidos, promessas quebradas

Hypocritical sin,
Dying slowly within,
Is the sacred truth forever unspoken?
Pecado hipócrita,
Morrendo lentamente por dentro,
É a sagrada verdade para sempre não dita?

Life ever after,
Bohemian rapture,
Beware the dark side of the Son.
Vida sempre depois,
Arrebatamento boêmio,
Cuidado com o lado escuro do Filho.

You're just a self-made messiah,
Selling brimstone and fire
Você é apenas um messias feito por si,
Vendendo enxofre e fogo

So come on, Jesus,
Don't keep us waiting here for you
Então vamos lá, Jesus,
Não nos mantenha esperando aqui por você

How long must we keep on waiting?
The faithful and blind are bringin' me, bringin' me down
Quanto tempo teremos de continuar esperando?
Os fiéis e cegos estão trazendo-me, trazendo-me para baixo

How long? 'Cause my faith is breaking,
The pure and divine are diggin' me, diggin' me down
Quanto tempo? Porque minha fé está quebrando,
A pura e divina estão escavando-me, escavando-me para baixo

How will I know you, Mr. Jesus Christ?
Have you already been here once or twice?
Como saberei de você, Sr. Jesus Cristo?
Você já esteve aqui uma vez ou duas vezes?

The son of man are obsolete façade,
How will I know that you're the son of God?
Yeah
O filho do homem é fachada obsoleta,
Como saberei que você é o filho de Deus?
Yeah

 

"O doce veneno do pecado" por Arnaldo Jabor

O doce veneno do pecado

15 de março de 2011 | 0h 00
Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo
 
Fui ver o filme Bruna Surfistinha, o mais recente fenômeno de público e penso nas razões do imenso sucesso, para além das qualidades do filme, além do carisma de Débora Secco. Uma das razões é que a prostituta nos fascina. A chamada profissão mais antiga provoca intensa curiosidade nos caretas e pessoas "comuns". Em nosso imaginário, a prostituta conhece mistérios de liberdade que nos são vetados. Ela vive uma impalpável ambiguidade que nos enlouquece: ela vive no mal e dá prazer, ela é um mal e um bem, ela está entre a liberdade sexual e escravidão. As peruas a desprezam e invejam. A prostituta é um mito. Claro que não falo da prostituta real, pobre, sofrida. Não me refiro ao problema social. Falo das que povoam nossas fantasias imaginárias.
A prostituta antiga era o oposto das esposas santas. Hoje, nossas mulheres da "vida" são chamadas de "garotas de programa" e fazem da cultura do entretenimento tanto quanto os filmes sobre elas. A prostituta contemporânea não é uma marginal; ela está no centro do sistema, como os advogados, banqueiros ou dentistas. A exploração e violência continuam, claro. Mas a aura obscura do pecado se desfez. Antes, nossas bacantes se escondiam pelos cantos, trêmulas de vergonha. Agora, com a permissividade pós-tudo, ser uma "mulher da vida" é uma profissão mais nobre do que a vida de muita perua casada (também uma profissão rentável). Aliás, o nome "mulher da vida" já denota que elas se aventuram no lugar abstrato onde imaginamos que se passa a "realidade", a aridez do mundo sem lei, o mundo como um nervo exposto, demandando coragem e sobrevivência. Quando íamos aos prostíbulos adolescentes, tínhamos a sensação de conhecer o lado mau da vida, o lado "real" que nos escondiam, conhecer quase um doce "crime". Eu fui a bordéis para conhecer a "vida".
Antes, as "decaídas" precisavam do casamento sagrado que as excluía. A micheteira antiga era uma necessidade fisiológica, uma extensão, um "puxadinho" das famílias, para compensar a tristeza do amor conjugal.
Hoje elas são "acompanhantes", "scorts", "promoters" e outros eufemismos. São malhadas, aerodinâmicas, sadias. Hoje, elas são digitais, milhares de flores se oferecendo na Web.
Antigamente, vivíamos uma "feérie" de gonorreias. Hoje, elas é que temem as tuas doenças. A camisinha te exclui, te faz ridículo com o pênis encapotado como um cachorrinho de suéter. A camisinha te humilha e ofende; com a camisinha, você é que é o perigo - ela, a saúde.
As ex-decaídas (hoje ascendentes) modernas não aspiram a uma "vida normal"; preferem a gelada aventura pela grana. Cada vez mais a prostituta é pura - a vida social é que se "bordelizou". A mulher romântica e a "perdida" infeliz são invenções dos homens, para minorar a insegurança que sentem diante das mulheres. Os fregueses de bordéis pagam as prostitutas para que elas não "existam".
A prostituta contemporânea não se envergonha do trabalho e não tem sentimento de culpa; talvez, apenas nojo... de você. Elas te olham de igual para igual, ou melhor, com uma finíssima superioridade. Ela são ativas, despachadas, tomam providências, tirando do homem seu maior prazer, que era o sentimento de superioridade moral em folga passageira - um habitante do mundo limpo viajando no mundo "sujo". Hoje, o sujo é você. Havia no velho putanheiro a vaga crença na recuperação das "infelizes". No ar dos prostíbulos antigos, flutuava um silêncio triste pela ausência de amor, por um visível sentimento de culpa que fregueses tentavam preencher com uma repugnante bondade. O diálogo melodramático d"antanho denotava seu desejo de parecerem mais "humanos":
"Por que você caiu nesta vida?" - perguntavam os hipócritas bordeleiros, antes do ato.
"Ah... meu noivo me fez mal, meu pai me expulsou..." - gemia a rapariga. "Mas, por que você não larga esta vida?", sussurrava o canalha, superior e sinistro, tirando as calças.
Por isso é que elas se apaixonavam pelos cafetões boçais, que as espancavam com jubilosas bofetadas.
Elas não pensam em se salvar pelo casamento. Esse papo da Pretty Woman já era; elas não sonham com algum babaca romântico que lhes dê a mão; muitas são até bem casadas e ajudam os maridos. Conheci uma professora de Ribeirão Preto que se prostituía regularmente no Rio, num famoso lupanar da Rua Senador Dantas, onde era muito desejada, orgulhosa como uma rainha-mãe.
Mais "anormais" que elas são os homens que as procuram. Trata-se de um teatro a dois, onde as gargalhadas, os gozos fingidos escondem o drama, a dor, a realidade.
Os putanheiros não querem saber da realidade. Assim, escondem de si mesmos o constrangimento da situação, com mentiras consentidas, como se fosse possível o encontro feliz entre classes sociais. Para eles, a prostituta é uma utopia, a prostituta é o socialismo.
Há algo de artista nas prostitutas; mais que atrizes, elas acreditam em sua obra. Nelson Rodrigues disse: "Não há atriz mais inepta ou medíocre que represente mal uma prostituta. A meretriz de teatro é perfeita como a Eleonora Duse". Mais artísticos ainda são os travestis, pois eles fazem arte séria e corajosa. O travesti tem orgulho de ser quem é; ele é uma afirmação de identidade. Há algo de clone no travesti, algo de robô, pois eles nascem de dentro de si mesmos; eles são da ordem da invenção poética.
Antigamente, ia-se ao bordel em busca de ilusões. O homem queria se sentir um sultão no harém. O putanheiro era o "sujeito" do lupanar. Hoje, ele é o "objeto". Há um vento gelado nos bordéis atuais - limpos, rápidos e eficientes como uma lanchonete. Há algo de enfermeira ou psicóloga na moderna "cocote". Há algo de McDonald"s nos puteiros de hoje.

O Carnaval Real...

E a "vida" continua após mais um Carnaval....

 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Ousadia

Ousadia
por Tiago Menta 
 
Eu vou avisando, pare agora mesmo.
Você não sabe o perigo que corre...
Sim, sim, melhor nem chegar perto
Sou sangue nas veias, olhos mareados de amor e ódio.
Pernas que correm, braços que se abrem.
Cabeça que não para, pensando, pensando, sempre...
Longe de ser exemplo, nunca quis ser isso pra ninguém
Melhor remar contra a maré
Mesmo que isso signifique nadar solitariamente
Em meio ao mar sem fim que é a existência.
Não perturbe a minha paz
Não me faça promessas, não quero conforto algum
Prefiro que o caos se instaure de vez em meu ser
Sem respostas, só perguntas, questionando, criticando, te colocando contra a parede...
Sou perigoso, muito perigoso
Comigo não há vida fácil, nada de conforto
Só dores...dores....acompanhadas do eterno gozo do descobrir
Do conhecer, da consciência ferida que ascende sobre a massa ignóbil e irracional...
Hahahaaha, eu dou risada dos seus deuses
Encaro com sarcasmo os seus heróis
Permaneço cuspindo sobre a sociedade que te alimenta e te socializa
 
O que você tem como valor pra mim é piada
Porém, fica o desafio
Ouse estar ao meu lado...
Deixa eu te ferir, deixa eu te alienar, deixa eu te libertar
 
Mas comigo o dia-dia é campo minado
De repente explode tudo
E talvez morramos os dois
Ouse estar ao meu lado...
Ouse se libertar...
Ouse ser você mesmo, você mesma
Ouse conhecer
Ouse aprender
Ouse gozar
Ouse rebelar-se
Ouse, simplesmente ouse....você terá sempre a minha mão...

quarta-feira, 9 de março de 2011

"Estrada da Vida" - Milionário e Zé Rico

segunda-feira, 7 de março de 2011

Rachel Sheherazade - Crítica ao "Carnaval"

domingo, 6 de março de 2011

Bruna Surfistinha

Noite de sábado de Carnaval, chuva em BH, nada mais fugidio e agradável do que ir ao cinema. Quero distância dos blocos caricatos, das escolas de samba, dos trios elétricos, das músicas sem forma ou conteúdo do período e suas perolas da mediocridade, em suma, sai de casa e fui ao cinema para definitivamente ligar o "foda-se" ao Carnaval.

A escolha foi obvia, dentro do leque oferecido pelo cinema do centro da cidade: fui assistir a "Bruna Surfistinha", estrelada por Deborah Secco, ela mesma, bela atriz global.

Não sou ingênuo a ponto de querer encontrar neste filme uma análise sociológica, psicológica, da condição do "Ser prostituta", longe disso  - como o interesse era desligar do real e cair na farra dos apelos áudio-visuais, o filme acabou sendo uma experiência bacana.

O filme foi produzido a partir do livro escrito pela protagonista  (a Bruna real, cujo nome é Raquel) "O Doce Veneno do Escorpião" que aqui chegou a vender mais de 200 mil cópias, um milagre editorial se pensarmos no mercado nacional. E como sempre, não confundamos o livro com o filme, visto o último ter se permitido certas particularidades que fogem ou mesmo escapam do que é encontrado no livro (talvez melhor que o filme, como sempre).
A história é curiosa: como uma adolescente de classe média, adotada por pais típicos "media-class", em ato de rebeldia abandona o "lar" e cai no mundo da prostituição (sem nenhum glamour, como a realidade sempre nos mostrou). Primeiro trabalhando em um puteiro do centro da cidade, dividindo o lugar com outras meninas e explorada por uma cafetina (cobrando R$ 100,00 por programa, sendo 60% da casa, mais a limpeza dos lençóis); em seguida, acaba descoberta pela alta sociedade, que a torna uma garota de luxo, (o programa já está nos seus R$ 300,00, e ela usa uma antiga colega como secretária) onde ela passara a atender seus clientes em apartamento próprio, fisgando programas e clientes através de um blog pessoal; por fim os dramas de quem entra de cabeça num mundo totalmente hardcore, marcado por excessos e excentricidades, como o vício em  cocaína e a sua derrocada como garota de programa no meio de um pardieiro qualquer (como muitos aqui da rua Guaycurus, em BH) fazendo programas com todo tipo de homem ao preço de R$ 20,00.

O destaque fica por conta de Deborah, que se agigantou como atriz, e mostra que não é só um rostinho bonito global. Poderia aqui enumerar uma série de cenas emblemáticas, que exigiram dela um despudor total (próprio de um personagem como a Surfistinha) - dai cenas de sexo das mais variadas formas e com os mais variados parceiros: blowjob com PM para não apreender carro de amigas, enfileirando trabalhadores num quarto escroto e sujo, urinando no rosto de um cliente que gemia e dizia "dá cházinho...dá cházinho", ménage com casal onde a mulher dava ela como presente ao marido, atendendo clientes que muitas vezes nem transavam mas queriam uma companhia, um papo, um ouvido atento e uma boca fechada, sem julgamentos.

Fica aqui o convite, vá hoje ao cinema, esqueça o Carnaval e suas infantilidades, e veja "Bruna Surfistinha".


 

quinta-feira, 3 de março de 2011

O rei e o frade mortos dentro de nós

A imagem abaixo é uma ideia latente, muito viva entre todos aqueles que se propoem a construir um porvir igualitário, verdadeiramente livre, e portanto distante de toda construção chamada "autoridade".

Reis, frades, são símbolos de pretensas autoridades, legitimadas historicamente segundo a ideia de organização-ética da vida ou mesmo de ordem social. Qual a vantagem de se viver sob "ordem"?

Ordem que divide o tecido social, que classifica, estabelecendo a ascensão ou não de classes sociais, segundo uma lógica hierarquizante de que cada setor haveria de exercer o seu papel social para que a vida em coletividade funcionasse.

Para muitos a ordem, a autoridade, estão de tal forma interiorizados que estes até apontam estranhamento violento a ideia de um meio social construído sob novas bases, do cooperativismo e da autogestão.
A noção de autoridade pressupõe uma estrutura social verticalizada, amparada em elementos como o Estado, a força/exclusividade do uso da violência (como já teorizou o sociólogo alemão Max Weber), e em níveis metafísicos, contudo legitimadores da ordem estabelecida na desigualdade, os clérigos e homens ligados as instituições religiosas - umbilicalmente ligados a construção ideológica a que chamam de "Deus" (uma espécie de figura paterna superlativa, oriunda do desejo humano de poder sem limites ou mesmo da fraqueza humana diante da consciência irrefutável do fim, da morte).

Assim, é necessário, inicialmente dentro de cada um de nós, cometer "duplo homicídio": matarmos o "rei" e o "frade" dentro de cada um de nós, eliminando-os de nosso superego - depois reconstruído sob novas bases, libertárias. Fazendo este assassinato de si para a construção do novo-eu daremos, vagarosamente, o primeiro passo para a revolução social que virá.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Desenhos "Musicais" de Sascha Dreier

Black Sabbath - War Pigs

The Beatles - Norwegian Wood

AC / DC - Highway to Hell

Rolling Stones - Sympathy for the Devil

Pink Floyd - Wish You Are Here


Motörhead - Eat the Rich

The Who - Pinball Wizard

U2 - Sunday Bloody Sunday

Velvet Underground - Sunday Morning

David Bowie - Space Odity

Johnny Cash - Folsom Prison Blues

The White Stripes - Seven Nation Army

Iggy Pop - Real Wild Child

The Beatles - Eleanor Rigby

Supertramp - Breakfast in America

Elvis Presley - Blues Suede Shoes

terça-feira, 1 de março de 2011

Dinheiro Público para homenagear bundas em BH

Ontem, dia 28/fevereiro, o grupo de dançarinas conhecido por "Pomponetes do Galo" recebera homenagens na Câmara Municipal da cidade de Belo Horizonte, através de indicação do vereador Geraldo Félix (um primado de inteligência, por sinal).

Quando perguntado, o vereador Geraldo diz que as homenagens se justificavam devido ao projeto de "inclusão social" desenvolvido pelo grupo de modelos, que antes das partidas do Atlético-MG realizam o essencial trabalho de animar os torcedores com seus belos corpos (perfeitas bistecas em movimento).

O pior/inaceitável, além de homenagear um grupo de modelos que não possui, efetivamente, nenhuma relevância social, é pensar que o trabalho das mesmas pode ser pensado como "inclusão social" - logo transformar a mulher em objeto é entendido como inclusão pelos vereadores de Belo Horizonte, em especial o sr. Geraldo Félix (caricato vereador desta cidade, cujo cérebro é comparado ao de uma ameba).
Enquanto isso Belo Horizonte não possui metrô que mereça ser chamado de metrô (atendendo cerca de 10% do número de usuários de ônibus, ligando ponto algum a lugar nenhum), o futebol mineiro continua sem o uso de seus dois principais estádios (Independência, na região do Horto, e o Mineirão na Pampulha), a violência urbana dá mostras de força todos os dias e as nossas escolas municipais não são exemplo para ninguém. 

Caros vereadores, como leram acima, Belo Horizonte demanda, e muito, por projetos e ações que utilizem os nossos recursos, conquistados com tantas dificuldades, para transformarmos a capital dos mineiros numa cidade melhor, progressista. Gastar dinheiro público, para fazer barulho na imprensa com ideias/homenagens esdrúxulas como esta só nos faz sentir vergonha de nossos "representantes" municipais.